O MILHO COMO ALTERNATIVA AO DESMATAMENTO AMAZÔNICO

A questão relativa ao desmatamento da Amazônia, volta e meia ganha atenções nas pautas de discussões ambientais e econômicas sendo necessário nessas, sempre considerar a demanda mundial de preservação e a garantia de condições de sobrevivência dos 30 milhões de brasileiros que lá residem.

Há um paradigma. É necessária a garantia da economia com a minoração dos efeitos danosos ao meio ambiente e, é nesse cenário que surgem as demandas por uma modernização dos mecanismos de produção.

É nesse cenário que passam a serem vistos com bons olhos mecanismos de modernização produtiva como o uso de métodos conhecidos como “safrinha”, utilizado com o milho. Este método consiste na produção do milho de forma extemporânea, quase sempre depois da soja, permitindo a utilização dupla do solo, sem a necessidade de expansão de áreas produtivas.

O milho seria de grande importância, a medida em que, seria capaz de ocasionar um aumento na produção de etanol (menciona-se que os Estados Unidos apresentaram ao mundo a possibilidade de grande produção deste combustível com base no milho). A consequência imediata dessa ação de produção de milho seria uma liberação de hectares de pasto no país e uma consequente diminuição da necessidade de expansão destas áreas, o que diminuiria o desmatamento.

Todavia, o exposto ainda demanda estudos e desenvolvimentos, sendo necessária a remoção de obstáculos, como apresenta texto de L. Cortez, J. L. Olivério e J. Goldemberg, assinado para a Valor Econômico.

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