Sinais de boa demanda chinesa aumentam valores de soja e milho, na Bolsa de Chicago.

As cotações de soja e de milho voltaram a subir na Bolsa de Chicago, o que deve-se a novos sinais de uma boa demanda chinesa pelos grãos. Os contratos com vencimento para maio fecharam com um aumento de 0,27% em relação à soja e 0,28% em relação ao milho, expressos nos valores do bushel de US$ 13,735 para a soja e US% 5,3525 para o milho.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou que, além da prévia aquisição de 1,36 milhão de toneladas de milho, os chineses compararam mais 680 mil toneladas de milho e 132 mil toneladas de soja. O volume de milho adquirido é o maior desde julho de 2020.

Isso demonstra que a demanda chinesa continua dinâmica, o que pode ser atribuído à considerável demanda por ração, vez que os estoques de suínos estão voltando a crescer no país, atingindo níveis similares aos tidos antes da peste suína africana.

Assim, o volume de 5 milhões de toneladas de milho importadas pela China nos últimos anos poderá subir para 25 milhões, caso a vara de porcos chinesa continue a crescer. Ainda, em relação à soja, é possível termos um beneficiamento brasileiro, já que a oferta americana é restrita e insuficiente para atender à demanda chinesa.

Além de soja e milho, observa-se que os papéis do trigo com vencimento em março que recuaram 1,05% e fecharam a US$ 6,5825 o bushel, na Bolsa de Chicago, tiveram um aumento no valor após a aprovação do aumento de imposto para exportação do cereal na Rússia.

Informações extraídas de texto de Naiara Albuquerque e Fernanda Pressinot para o Valor Econômico.

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